TRIA (2014)

TRIA carrega com o ele o legado dos 18 anos e 8 montagens diferentes do espetáculo COREOLÓGICAS. Se os elementos permanecem os mesmos "da apreciação nasce o entendimento e do entendimento nasce a criação por parte do público", a forma de lidar com esses elementos mudou: a relação com o público mudou, a forma de organizar as pessoas no espaço mudou.

Em TRIA, permanece o princípio da interação com o público por meio da apreciação e criação, mas acrescido da ideia de recriar com os corpos presentes - bailarinos e público - o espaço cênico e os diálogos em dança que criam as cenas. As coreografias são dançadas pelos bailarinos em meio às pessoas do público tornando as interações mais cênicas e dançadas sempre em trios.

Permanece a necessidade da leitura participativa por parte do público, levando à partilha estética e à educação por meio da arte. Apreciação de dança se transformando em aprendizado e criação corporal. Em TRIA, ampliou-se o espaço do público colocando-o em cena durante todo o espetáculo, o público é a própria cena.

TRIA é o que foi triado na corruptela de trilha, é cria das tríades e dos triângulos; algo trial, trilado, triarticulado; um triálogo com o feminino de trio.


FICHA TÉCNICA

Direção, concepção e coreografia: Isabel Marques
Codireção: Fábio Brazil
Elenco: Katia Oyama, Nigel Anderson e Renata Baima
Trilha sonora original: Divan
Cenário e identidade visual: Fábio Brazil
Iluminação: Fábio Brazil
Figurino: Mariana Piccolli
Preparação corporal: Ana Paula Mastrodi
Produção: Caleidos Cia

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